Apresentado do dia 25 a 27 de agosto, o Sesc’n blues trouxe diversas atrações para a cidade
Espetáculo.
Combinação de um ambiente agradável, boa música e com um valor acessível. Assim foi a 18ª edição do festival de blues do SESC de Rio Preto. Três dias de espetáculos movimentaram o clube da cidade, com a apresentações de artistas da região e de renome internacional. Os espetáculos também puderam ser acompanhados de graça pela população, em apresentações ao ar livre, que aconteceram nos três dias, na Praça Dom José Marcondes, no centro da cidade.
Iniciado em 1989 na cidade de Ribeirão Preto, o Sesc’n Blues já é considerado um dos maiores festivais do estilo no Brasil. De acordo com a animadora cultural do Sesc, Edimeire Piovezam, o ano de 2011 foi um dos melhores que o festival já teve, graças as inúmeras atrações. O primeiro dia do festival foi inaugurado com os “Bluseiros do Brasil”. Ao total 22 artistas de diversas partes do país subiram no palco do SESC. Além do repertório com músicas próprias, o público pode acompanhar canções de músicos consagrados, como Muddy Waters, Buddy Guy e Eric Clapton.
Os “gringos” comandaram a noite do segundo dia do Sesc’n Blues. Os norte-americanos Lil Ray Neal de Luisiana, Charlie Love, de Chicago e Tom “Bluesman” Hunter do Texas, dividiram o palco e mostraram ao público, três estilos diferentes de blues americano. Eles fizeram apresentações individuais e em conjunto e deram ao público um choque de cultura, com músicas Influenciadas por raízes norte-americanas.
A terceira noite foi encerrada com Tia Carroll & Sax Gordon. Uma voz surpreendente com um saxofonista fenomenal. Assim, foi chamada a dupla, por críticos musicais. Cantora de Blues e Jazz, Tia Carroll é comparada com artistas do nível de Tina Turner. Com eles foi encerrado a 18ª edição do festival de blues de Rio Preto.
Quero mais.
O arquiteto José Carlos, de 26 anos, acompanha o festival desde a primeira edição em Rio Preto. Para ele o Sesc’n blues se diferencia dos outros eventos que acontecem na cidade. “Eventos como esse, deveriam ser mais constantes. Sinto falta também de apresentações de Jazz, uma cidade como Rio Preto deveria comportar mais shows desses dois gêneros”.
O estudante Danilo Sebastiano, de 29 anos, acredita que a cidade deveria ter mais festivais desse nível. “As grandes apresentações se concentram somente em São Paulo. Rio Preto tem público que consome esse tipo de cultura, a região é carente por esses tipos de eventos”, afirma.
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