Por muitas vezes já fui questionado. Por muitas vezes eu mesmo me questionei:
MAS PORQUE O JORNALISMO?
Não sei ao certo, dentre inúmeras possibilidades e opções para seguir, ainda não sei afirmar o porque de escolher o jornalismo. Até então, ainda acho que é uma pergunta um pouco capciosa, talvez porque não sabia ao certa qual a resposta.
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| profissão jornalismo |
Eu pensava comigo mesmo, que como nunca foi um amante dos cálculos, meu refugio poderia ser a gramática que me chamava muito a atenção.
Uma coisa era certa, não estaria em minha lista nenhum curso de exatas.
No inicio do 3º ano do ensino médio foi quando comecei a me preocupar em qual rumo seguir na carreira profissional. E o que todo professor dizia, e que todo palestrante no repetia, é o que caminho mais certo é fazer aquilo que você gosta, que tem vocação.
Mas era exatamente ai em que vivia o mistério, qual é a minha vocação?
Eu sou assinante da revista Superinteressante desde os 16 anos, porque tinha comigo mesmo uma vontade enorme de saber de tudo um pouco, mas nunca havia passado pela minha cabeça inverter as posições, passar de leitor para escritor.
Uma ideologia que eu sempre segui, é de que, não é necessário muito para ser feliz. Nós devemos dar valor às coisas simples, aquelas coisas que são realmente importantes. Todos temos direitos iguais e o meu direito termina aonde começa o seu.
Acho que eu escolhi o jornalismo, não como uma forma de ter status, mas como uma forma de fazer a diferença. Não é uma tarefa fácil ser um formador de opinião, além de ser uma grande responsabilidade. Então porque não assumir essa responsabilidade?
Foi juntando a vontade de saber de tudo um pouco com a curiosidade que comecei a olhar a profissão com outros olhos, e percebi que já prestigiava aos poucos.
Posso dizer que hoje minha concepção de mundo mudou teve mudanças drásticas, mas a ideologia ainda continua a mesma, e quem sabe eu ainda posso realmente fazer diferença.

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